[Asina pola liberdade no blogue de solidariedade con Carlos Cela Seoane]
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Os colectivos sociais da cidade da Corunha queremos manifestar, por em comúm da ciudadanía da Corunha, o seguinte manifesto, as seguintes impressons fruto da raiba e o desejo de liberdade, democracia e justiça para todas em geral e para Carlos em particular:
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Raiva. Impotência. Indignaçom. Isso é o que sentimos hoje todos os que conhecemos a Carlos Cela. Todas as que estamos implicadas nos diversos projectos e movimentos sociais alternativos desta cidade.
Conhecemos a Carlos desde hai moitos anos[Ler+]; sabemos que é umha pessoa comprometida e solidária. E também sabemos que todas as suas actividades som públicas.
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Hoje está detido e incomunicado um vezinho, um amigo, um companheiro, NOM POR FORMAR PARTE DE NENGUM GRUPO ARMADO OU TERRORISTA, senóm por ser quem é, pola sua ideologia, polo que sinte e pensa.
Nom nos encontramos ante umha actividade de apoio a comandos, nom hai armas, nem explossivos, nem extorssons....estamos a falar de um apoio afectivo e de intendência básica (alimentos, roupa) aos seus familiares pressos...acaso é agora considerado isso terrorismo?
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Encontramo-nos ante umha interpretaçom abusiva e delirante da legislaçom antiterrorista. Acusam-no de "proselitismo"...mas que é isso de prosselitismo? Desde quando o prosselitismo é terrorismo?
O Ministro do Interior, Alfredo Pérez Rubalcaba, afirmava onte que "estas detençons impedirám a reconstruçom de comandos operativos da banda". Temos pois, a um ministro do interior metido a futurólogo, e a umha audiência nacional que pratica detençons preventivas, e que formula acussaçons nom polos feitos, polo que se fai, senóm por ser quem se é. Com este guiom, amanhá, qualquera de nós poderá ser acussada de terrorismo. Nom nos vam calar a boca: basta de repressom!
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Todas somos Carlos. Todas somos antifascistas!
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Pola liberdade incondicional de todos os detidos!

Chuzame! chuzame -